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lagostim-exotico
Publicado 03/07/2019 às 16:01

Espécies Exóticas Invasoras

​A introdução e consequente propagação de espécies exóticas invasoras, tanto de fauna como de flora, de forma intencional ou acidental, causa impactos negativos nos ecossistemas. O controlo destas espécies é essencial para minimizar e atenuar os impactos adversos na biodiversidade local.

 

Rã-de-unhas-africana

A Xenopus laevis - Rã-de-unhas-africana - é uma das espécies exóticas invasoras que habitam os cursos de água. Há 9 anos que o município procede à sua eliminação nas bacias da Laje e de Barcarena, não existindo registos da sua presença nos cursos de água adjacentes (rio Jamor e ribeiras de Porto Salvo e Outurela). Desde o início das ações de controlo foram capturados 6.882 espécimes (251 na bacia da Laje e 6.631 na bacia de Barcarena).

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A diminuição significativa do número de capturas nas áreas onde as ações de controlo têm vindo a ser realizadas sistematicamente é reveladora do sucesso do plano de erradicação.

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As ações de controlo deverão ser continuadas nos troços nos quais ainda são observados adultos e prospetados novos troços. É igualmente importante monitorizar os locais onde a espécie já não ocorre para despistar possíveis recolonizações.

 

Relatórios

 

- Relatório Xenopus 2010

- Relatório Xenopus 2011

- Relatório Xenopus 2012

- Relatório Xenopus 2013

- Relatório Xenopus 2014

- Relatório Xenopus 2015

- Relatório Xenopus 2016

- Relatório Xenopus 2017

- Relatório Xenopus 2018

- Relatório Xenopus 2019

 

Lagostim-vermelho

Esta espécie de lagostim, Procambarus clarkii, nativo dos EUA, invadiu Portugal há cerca de 40 anos e está espalhado por várias bacias hidrográficas de norte a sul, entre as quais as Ribeiras que atravessam o concelho de Oeiras.

Está entre os invasores mais perigosos, uma vez que se alimenta tanto de plantas aquáticas, como moluscos, insetos, peixes e anfíbios. Os lagostins predam a vegetação da qual dependem muitos animais, que a utilizam não só como local de postura de ovos, como de refúgio, colocando em risco o desenvolvimento e crescimentos dessas espécies.

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A presença destes animais num lago artificial, deve-se, muito provavelmente, a introdução propositada, no entanto, também aqui podem afetar a vegetação aquática e alguma fauna existente, pelo que se iniciou um plano de captura destes indivíduos.

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- Relatório Lagostins 2018

 

Lagarta-do-pinheiro

A Lagarta do pinheiro ou Thaumetophoea pityocampa, também conhecida por processionária ou quaresmas é uma espécie com grande impacto negativo em pessoas, animais e nos próprios pinheiros, encontrando-se muito disseminada em Portugal.

A Processionária pode originar graves problemas de saúde pública, devido à ação urticante dos pelos, que provocam alergias ao Homem e animais domésticos.

No sentido de controlar esta espécie, o município, para além do corte dos ramos afetados e aplicação de produtos fitofarmacêuticos, tem ainda procedido à colocação de ninhos artificiais para controlo biológico desta praga.

 

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Atualmente existem cerca de 70 ninhos colocados em escolas e parques com grande densidade de pinheiros, sendo dirigidos para o chapim, predador natural desta lagarta.

 

Cana-comum

Esta espécie apresenta comportamento invasor em Portugal, de acordo com o decreto-lei n.º 565/99 de 21 de Dezembro e o regulamento EU n.º 1143/2014 de 22 de Novembro, pelo que é do total interesse proceder ao seu controlo nas linhas de águas, habitat preferencial da mesma.

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 O controlo do Arundo donax é uma ação demorada e bastante dispendiosa, face ao comportamento agressivo que a espécie apresenta. Para o efeito, existem, maioritariamente, meios de controlo físico e físico-químicos.

Entenderam os serviços do município que deveriam junto da comunidade científica e das entidades competentes, procurar as melhores formas de proceder ao controlo desta espécie invasora.

Para o efeito, estabeleceu-se parceria com Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no sentido de se trabalhar em conjunto num ensaio experimental de controlo que possa resultar numa proposta final de protocolo para a gestão da cana em linhas de água a submeter às entidades nacionais competentes.

 

 

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