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Caminho da Pólvora do Princípe

No antigamente, era um trilho que dava para edifícios onde se produzia uma pólvora especial, muito fina, usada na caça pelos príncipes e pela nobreza em geral.
Este caminho é uma singularidade
 

​Quando falamos do "Caminho da Pólvora do Príncipe" muitas pessoas acham que seria um caminho onde príncipes e princesas passeavam, ou melhor ainda, onde um príncipe enamorado se encontrava com uma jovem plebeia, demonstrando o seu amor. Uns românticos, é o que somos! Mas nada disso. O "Caminho da Pólvora do Príncipe" não passa de um caminho perfeitamente definido, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena. Este caminho é uma singularidade. Possui no inicio, à direita, a existência de conversadeiras (sabem, aqueles bancos de pedra existentes no muro). Estas conversadeiras estão viradas para o edifício Granizador, onde se fragmentava a pólvora depois de encascada. Este edifício era particularmente perigoso, dando-se nele algumas explosões e, assim sendo, não se entende muito bem quem gostaría de uma boa conversa, tendo o edifício Granizador por vizinho. Mas gostos não se discutem.

O caminho, curto, já não leva a lado algum. Os edifícios que ele tinha por companhia, estão destruídos, dependências essas onde era tratado o salitre. Mas no antigamente, era um trilho que dava para edifícios onde se produzia uma pólvora especial, muito fina, usada na caça pelos príncipes e pela nobreza em geral. Daí o nome dado ao caminho. Pois, a história seria bem mais interessante se metesse um principe e um certo enamoramento. E embora não tenha por trás nenhuma história de amor e desamor, este caminho constitui um local único e aprazível onde, cada um pode sentar-se nas conversadeiras, e espraiar o olhar por toda a verdura que envolve a Fábrica da Pólvora.

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