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18, 19 e 20 de Junho 2020

Oeiras Ignição Gerador | Qual o futuro da Cultura e da Criatividade?

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São questões como esta que preenchem os nossos pensamentos nestes dias. As nossas únicas certezas são perguntas. Decidimos, por isso, juntar pessoas que admiramos, que têm coragem de questionar e, mais ainda, têm o atrevimento de querer responder. 

 
Oeiras Ignição Gerador, uma ideia do Gerador com o alto patrocínio do Município de Oeiras, é o momento para pararmos e refletirmos sobre o futuro da cultura e da criatividade. Entre 18 e 20 de junho vamos contar com mais de 40 artistas, decisores e pensadores de várias dimensões culturais nacionais e internacionais, reunidos num festival online totalmente original e inovador, que promete reinventar a experiência no digital.

 

 

Dia 18

Palco Oeiras

​09h30

Abertura com Presidente da Câmara Municipal de Oeiras 

Isaltino Morais​

10h00 

Apresentação Barómetro Gerador Qmetrics 

Tiago Sigorelho (Gerador)

Os resultados da 2ª edição do Barómetro Gerador Qmetrics, o estudo anual sobre a percepção da cultura em Portugal, serão apresentados em primeira mão. Um olhar sobre as evoluções ou regressões dos resultados de 2019 e, ainda, novos indicadores que nos ajudam a perceber as consequências do vírus covid-19 na sociedade. 

11h30

Como está a cultura hoje?

Alexandre Farto (Vhils), Ana Matos Fernandes (Capicua), Jorge Barreto Xavier e Rui Horta.​

Partindo dos resultados do Barómetro Gerador Qmetrics 2020, apresentados no primeiro painel do dia, um artista visual, uma artista musical, um pensador cultural e um coreógrafo juntam-se para refletir sobre o estado atual da cultura. Moderado pela Redação Gerador. 

15h00

Pode a pandemia fazer-nos repensar as fronteiras da cultura? 

Joana Gomes Cardoso, João Teixeira Lopes e Paulo Pires do Vale​

O isolamento social dos últimos meses obrigou-nos a repensar o contexto da nossa vida em sociedade e a assumirmos uma nova normalidade. Continuarão as fronteiras artísticas a fazer sentido? Ou é este também um pretexto para as repensarmos? Moderado pela Redação Gerador.

16h00

O que muda no consumo da cultura?     

Grada Kilomba, Margarida Pinto Correia, Salvador Sobral e Sérgio Machado Letria​

Em março de 2020 a pandemia do covid-19 paralisou o sector da cultura. Espaços, artistas e programadores foram obrigados a reinventar-se e encontrar novas formas de criar, apresentar, programar e, até, consumir cultura. Como definir a fruição cultural do futuro? Moderado pela Redação Gerador.

17h00

Por onde passa o futuro da cultura? 

Clara Não, Constança Entrudo e José Taborda ​

O olhar dos novos criadores sobre a dimensão artística e cultural e sobre a forma como questionam e põem em causa o que foi estabelecido pelas gerações anteriores. Uma reflexão guiada pelas vozes do futuro, moderada pela Redação Gerador.


 

Palco Gerador

18h30

Apresentação Revista Gerador 31 

Com Redação Gerador ​

Um edição que encabeça o tema da dança em Portugal, no ano que marca os 15 anos do fim do Ballet Gulbenkian. Inclui um especial Barómetro Gerador Qmetrics, com análises dedicadas, e mergulha ainda em temas como a cultura drag queen ou o marco cultural da Revista K.


 

20h30

Concerto Luís Severo​

Um dos nomes mais consensuais da sua geração na escrita de canções, Luís Severo lançou três álbuns, “Cara D’Anjo”, o homónimo “Luís Severo” e “O Sol Voltou”, que o levaram a pisar os mais emblemáticos palcos e festivais do país. Chega agora ao Oeiras Ignição Gerador entre o acústico, o eletrónico e a lírica que tão bem o caracterizam.


Dia 19

Palco Oeiras

Desafiámos um conjunto de autores de várias dimensões culturais e artísticas a partilharem os temas que os inquietam. No dia descobrirás quais são ;-)  


11h00 

Sara Barros Leitão

Formou-se em interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo e trabalha regularmente em televisão, cinema e teatro. Hoje divide o tempo como atriz, criadora, encenadora, assistente de encenação e dramaturga. É feminista e ativista por todas as desigualdades e injustiças, revolucionária QB e artista difícil de domesticar.  

11h30

Mundo Segundo 

MC, produtor e ex b-boy, é também uma figura incontornável do hip-hop português e um dos mais ativos embaixadores do movimento. Foi criador das míticas “Nova Gaia Hip-Hop Sessions” na marginal de Gaia e é parte integrante dos Dealema, um dos casos mais sérios de longevidade no hip-hop nacional. Criou espetáculos e lançou, ainda, discos a solo. ​

12h00

Maria João Luís 

Atriz e encenadora. Começou como atriz em 1985 n’A Barraca mas até hoje pisou inúmeros palcos, um pouco por todo o país, com o Teatro da Casa da Comédia, ACARTE, Teatro da Malaposta, Comuna - Teatro de Pesquisa, Teatro da Cornucópia ou Artistas Unidos. É uma cara assídua na televisão, teatro e cinema nacionais.


 

12h30

María Acaso

Produtora cultural de projetos que procuram desafiar as fronteiras entre arte e educação, o académico e o popular, a teoria e a prática e em transformar os formatos estabelecidos de transmissão do conhecimento. É sócia fundadora do coletivo Pedagogías Invisibles e, atualmente, diretora de Educação do Museo Reina Sofía, em Madrid.


 

15h00

Tó Trips 

Começou a tocar guitarra aos 12 anos com uma guitarra da mãe. Desde aí que não parou: primeiro em bandas como Santa Maria Gasolina em teu Ventre, Lulu Blind e a partir de 2003 com Dead Combo. Em 2009 lança ainda um disco a solo, “Guitarra 66” e em 2015, “Guitarra Makaka, Danças a um Deus desconhecido”. Hoje toca com os Club Makumba, Dead Combo, Timespine e ainda a solo. É possível que o encontres por aí, sempre a tropeçar na música. 


 

15h30

Miguel Januário (Mais Menos) 

Nasceu no Porto em 1981. Em 1999 começa o curso de design de comunicação nas Belas Artes do Porto, ano em que também desenvolve as primeiras intervenções de grafitti no espaço urbano e, em paralelo, em trabalhos encomendados. Em 2005, no âmbito académico, cria o projeto ±MAISMENOS± que se tornou uma referência no panorama nacional e internacional da arte urbana. ​


 

16h00

Selma Uamusse 

Cantora moçambicana nascida em 1981 e a viver em Portugal desde 1988. Canta profissionalmente desde a adolescência e a sua versatilidade, poderosa voz e genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock, afrobeat, gospel, soul ou jazz, sempre consciente do poder transformador social e político da música. 


 

16h30

André Gago 

Estreou-se como ator em 1984. Ensina Técnica da Máscara em cursos e workshops e, a partir da sua coleção de máscaras portuguesas, tem realizado diversas exposições pelo país. Para o palco já encenou e adaptou obras de outros autores e apresentou criações próprias. Integra quatro formações musicais com espetáculos de poesia e foi um dos impulsionadores da TEIA19, plataforma online para apresentação de trabalhos durante a pandemia covid-19. 

17h00

Nina Simon

CEO da OF / BY / FOR ALL, organização sem fins lucrativos global que cria ferramentas digitais para ajudar organizações cívicas e culturais a tornarem-se mais inclusivas, relevantes e sustentáveis. Foi diretora executiva do Museu de Arte e História de Santa Cruz e é autora dos livros The Participatory Museum (2010) e The Art of Relevance (2016). 


 

17h30

Chef Kiko 

Um dos mais reconhecidos chefs portugueses responsável por restaurantes como A Cevicheria, O Asiático ou O Talho. Formou-se em gestão, mesmo sabendo que o seu futuro pertencia à cozinha. Mais tarde, rumou a Paris para estudar na Escola Le Cordon Bleu. Em 2010 viajou por 26 países, ao longo de 14 meses, experiência que o fez querer trazer para Portugal os sabores do mundo. Participa regularmente em programas de televisão relacionados com gastronomia, como o Masterchef. 


 

18h00

Vasco Araújo 

Estudou Escultura nas Belas Artes de Lisboa e frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus. Integrou programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston e em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas. Desde aí tem participado em inúmeras exposições individuais e coletivas tanto em Portugal como fora. Está representado em várias coleções públicas e privadas. 


 

Palco Gerador


 

19h00

DJ Set La FLAMA Blanca

FLAMA não tem nada de especial além de uma praga de bicho de pessegueiro que lhe irrequieta o corpo com cumbias, kizombas, funanás, salsas, merengues, bachatas e tudo o que for tropical e, preferencialmente, no plural. Dizem que a sorte de quem escuta FLAMA é que enquanto dança não fala. A sorte de quem dança com FLAMA é que provavelmente não se esquecerá desse momento. 


 

20h30

Espero-te Bem 

Carla Chambel, Heitor Lourenço, Mariana Pacheco e Pedro Laginha. 


 

Obra performática criada em exclusivo para o festival e pensada de raiz para uma plataforma digital de comunicação. Correspondências verbais e visuais entre quatro indivíduos durante a Grande Crise de Saúde Pública de 2020. Escrito por Tiago R. Santos e com direção artística de Carla Chambel. 


 

Dia 20

Palco Oeiras


 

11h00

Porque precisamos de histórias? 
Matilde Campilho 

 
Matilde Campilho (1982) lançou em 2014 “Jóquei”, um livro de poemas publicado em Portugal, em Espanha e no Brasil. Tem um programa de rádio na Antena 3 e colabora com publicações em Portugal, como a GQ, e no Brasil. 
Nesta masterclasse mostra-nos porque precisamos de poesia nas nossas vidas. 

 

12h00

Como fazer a transformação digital de um museu?
Wouter van der Horst 

 
Wouter, fundador da We Share Culture, trabalhou durante 6 anos conteúdos digitais para o Rijksmuseum, em Amesterdão. Nesta masterclasse, partilhará com todos as ferramentas que um museu pode adoptar para se tornar relevante no digital e criar experiências online com significado para o seu público. 

 

15h00

Qual a importância das marcas para a cultura?
Carlos Coelho 

 
Carlos Coelho é especialista e uma das grandes referências portuguesas na criação e gestão de marcas. É ainda autor de diversos estudos sobre as tendências e modelos teóricos de marcas. Nesta masterclasse fala-nos sobre a importâncias que os privados podem ter no sector da cultura. 

 

16h00

Como fazer teatro no século XXI? 
Carla Maciel 

 
Estreou-se em teatro em 1992 e, desde então, Carla Maciel tem colaborado com várias encenadores portugueses e integrado o elenco de várias novelas, séries e filmes. Nesta masterclasse ajuda-nos a refletir sobre o teatro no século XXI, as suas fronteiras e até o impacto da crise atual nesta dimensão artística. 

 

17h00

A caricatura política voltou para ficar?
Nuno Saraiva 

 
Nuno Saraiva é ilustrador, autor de banda desenhada, cartoon político e professor. Colabora regularmente com órgãos de comunicação social e desenhou várias Festas de Lisboa que animaram arraiais desde 2014. Nesta masterclasse fala-nos sobre a caricatura política e a importância de uma “voz” como esta nos dias de hoje. 

 

18h00

Qual o futuro da música independente?
Benjamim 

 
Escritor de canções, lançou em 2015 o álbum “Auto Rádio” e editou em 2017 “1986”, fruto de uma parceria com Barnaby Keen. 2020 marca o seu regresso aos discos. Nesta masterclasse fala-nos sobre o futuro da música independente em Portugal, afetada de forma óbvia durante o período da pandemia. 

19h00

Encerramento pela Ministra da Cultura
Graça Fonseca

 

Palco Gerador


 

20h00

Concerto Benjamim 
Percorreu o país durante 33 dias seguidos com o disco “Auto Rádio”, ao volante da sua Volkswagen, lançou em 2017 “1986” com Barnaby Keen e, este ano, apresenta o tão aguardado disco sucessor. Estaciona agora em Oeiras, para um concerto com direito a um regresso aos clássicos mas também a ouvirmos as novas histórias que Benjamim tem para nos contar.

 

21h00

Laboratório do brinde 
Isabel Costa e Mia Tomé 
Não há certezas absolutas sobre a origem do brinde, vem da antiguidade? Começou com os Gregos? Sabemos no entanto, que confiança e celebração são duas palavras certeiras sobre o seu universo. As atrizes Isabel Costa e Mia Tomé juntam-se para um brinde de encerramento do festival com todos, onde a dissertação, performance e júbilo, serão privilegiados.

 

 

 
Para mais informações sobre o festival : https://gerador.eu/oeiras-ignicao-gerador/

 

 
 
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18, 19 e 20 de Junho 2020
 
Publicado 27/05/2020 às 16:07
Oeiras Ignição Gerador | Qual o futuro da Cultura e da Criatividade?