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Município de Oeiras aposta em soluções diferenciadas não só do ponto de vista da biodiversidade bem como da sustentabilidade dos espaços verdes urbanos.

O Município de Oeiras tem recebido algumas reclamações de munícipes moradores na Urbanização Terraços do Marquês, inclusivamente através da junta de Freguesia. Tendo em conta este feedback importa explicar e enquadrar o espaço em causa do ponto de vista conceptual mas também qual é o entendimento da autarquia sobre esta tipologia de espaços.

O Projeto de Arquitetura Paisagista, apresentado pelo promotor como um dos projetos de infraestruturas do Loteamento, foi aprovado pela CMO em 2003. Nessa altura começava-se já a falar de espaços verdes sustentáveis e na introdução, em zonas limites, de enquadramento e de grandes áreas, em soluções de revestimento de solo menos onerosas (de instalação e de manutenção) mas também muito importantes do ponto de vista da biodiversidade e da sustentabilidade dos espaços verdes urbanos.
Essa foi uma solução discutida e apresentada pelo projetista (do urbanizador) e com a qual a DEV (Divisão de Espaços Verdes) esteve, desde logo, de acordo. Toda a zona que medeia a urbanização e o muro da Quinta do Marquês de Pombal (EAN), se assume como um grande prado de sequeiro dominado por herbáceas e gramíneas (quase 9.000m2).
Essa intensão de projeto foi concretizada em obra, com as sementeiras que resultaram nos atuais prados. Este tipo de solução traz uma serie de mais-valias não só do ponto de vista da biodiversidade e sustentabilidade dos espaços verdes urbanos, mas também pela beleza que este tipo de soluções apresenta. No caso concreto deste loteamento o que foi apresentado pelo urbanizador e aprovado pela CMO é o que está instalado no local, não tendo havido alterações de tipologias nos espaços verdes urbanos.

No Parque das Perdizes (situado por detrás do Centro Comercial Oeiras Parque) podemos ver um parque com conceitos similares, onde a relação entre várias tipologias de revestimento de solo (prado de sequeiro, prado regado, plantação de herbáceas), para além de funcionarem como sistema de suporte à biodiversidade, são de inquestionável qualidade estética.
A construção deste Parque das Perdizes seguiu, criteriosamente, o conceito dos Jardins Sustentáveis, como suporte da biodiversidade, da renovação dos recursos naturais e da redução dos imputs (energia, poluição – química, sonora, atmosférica – investimento financeiro) necessários à construção de jardins “tradicionais”.
A importância da Biodiversidade, suportada por esta tipologia de espaços verdes urbanos, verifica-se também no combate direto às, tão conhecidas, Pragas Urbanas (pombos, ratos, baratas, processionária, afídeos….) uma vez que se assumem como suporte de um ecossistema da base mais alargada, natural e por isso com um maior número de nichos ecológicos preenchidos, completando-se assim, de uma forma mais coerente a cadeia trófica natural (desde os produtores aos consumidores de várias ordens até aos decompositores).

Neste espaço verde urbano dos Terraços do Marquês, a DEV prevê o reforço das zonas de plantação de herbáceas e arbustos (alecrins, alfazemas, etc…), o corte do prado, numa faixa estreita junto ao passeio que dá acesso ao estacionamento e o corte dos prados no fim do seu ciclo anual de Auto sementeira, ou seja, após a largada da semente.

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