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quinta-feira, 24 de Maio

 
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À Descoberta do Património... 

À Descoberta do Património 

Visitas guiadas a locais emblemáticos do concelho de Oeiras

Todas as últimas quartas-feiras de cada mês

Circuitos - À Descoberta do Património…

Dia 26 de Janeiro – 10h – O Lagar de Azeite da Quinta do Marquês de Pombal – Orientação Técnica por Augusto Cordeiro


Renasce em Oeiras, o Lagar, peça fundamental no desenvolvimento pré-industrial da segunda metade do séc.XVIII. Recuperada a sua função e repostos os mecanismos de produção do azeite, pode agora ser revisitado.
Uma atafona de quatro galgas, duas prensas de vara com 10 metros de comprimento que levantam pesos de 2 toneladas do mais duro lioz à força de sarilhos que movem fusos de madeira com 3 metros de altura. Tudo isto para obter mais de 7 toneladas de pressão nas portas que extraem o azeite.

 

23 de Fevereiro – 10h – As Quintas do Proença e da Arriaga no espaço do jardim municipal de Oeiras – Orientação Técnica por Célia Florêncio

Em 1940 nascia em Oeiras o Jardim Municipal, um contínuo cordão verde que une o centro da Vila à praia, como um oásis na malha urbana apertada.
Foram convertidas em espaço público de lazer as duas quintas senhoriaias, a do Couto (1640) ou do Proença, a nascente e a do Mocho (1722) ou da Arriaga, a poente da Ribeira da Lage.
Numa harmonia de escala, traçado rectilíneo, geometria simples e volumetria plana, os cerca de 45 mil m2 permanecem para uma visita inesquecível.
Venha passear ao Jardim e revisitar lugares de sonho escondidos nos recantos do que outrora foram esplendorosas quintas. Deslumbre-se com a estufa fria, a cascata e o ostógono na Quinta da Arriaga. Sente-se no banco da sogras ou no do amor e reveja a casa da Quinta do Proença, os vestígios em ruínas, numa envolvência de verde e de froindosas árvores.

 

30 de Março – 10h – Paço de Arcos – a vila que cresceu junto ao rio – Orientação Técnica por Alexandra Fernandes

Entre a linha-férrea e a avenida marginal, entre Caxias e Santo Amaro, alonga-se uma vila de recorte antigo … Paço de Arcos. Assim nos descrevem Branca de Gonta Colaço e Maria Archer nas suas Memórias da Linha de
Cascais (1943).
Um percurso de descoberta de um património que nos transporta ao tempo das descobertas do século XV, passando pelo elegante veraneio de oitocentos e à mais panorâmica estrada de Portugal, a Avenida Marginal, edificada na orla ribeirinha da denominada Costa do Sol, nos anos 40 do século XX.
Da porta do antigo Forte de S. Pedro ao Palácio dos Arcos é a proposta desta caminhada pelas estórias da história de Paço de Arcos.


27 de Abril – 10h – A Quinta Real de Caxias – Um passeio pelo Jardim da cascata – Orientação Técnica por Filipa Thedim

Junto à Avenida Marginal num local, onde em tempos idos, o grande portão abria directamente para a praia ergue-se o Palácio de veraneio dos Infantes da Casa Real, com a sua quinta, pomar e jardim de buxo.
Edificada na primeira metade do século XVIII, a Quinta Real de Caxias é actualmente considerada um dos conjuntos de maior relevância histórica e arquitectónica do concelho de Oeiras, englobando elementos de raro valor patrimonial.
Nesta visita convidamo-lo a fazer uma viagem no tempo e descobrir os encantos deste emblemático jardim, casa de deuses e deusas que povoam o espaço, veja o bater das asas da cegonha de cerâmica, levadas pelo vento, passeie-se pela grandiosa cascata e suba ao pavilhão do Aquário de onde poderá desfrutar da vista sobre a barra do Tejo ao som dos
jogos de água.


25 de Maio – 10h – Oeiras Pombalina – Um circuito pelo Centro histórico da vila – Orientação Técnica por Filomena Serrão

Um percurso de descoberta pelo património arquitectónico e artístico setecentista que nos transporta às ruas e becos da Vila, de casas saloias com tipologias e cores diversas, pátios murados, portais e detalhes decorativos de grande subtileza e originalidade, como as guardas de ferro e os registos de azulejo. Do Pelourinho (Largo Avião Lusitânia) à Capela de Santo Amaro de Oeiras é a proposta desta caminhada pelas estórias da história de Oeiras.


29 de Junho – 10h – O Parque dos Poetas – Um património dos nossos dias – Orientação Técnica por Sónia Borges

Entre uma compra e outra, existe em Oeiras um recanto pleno de ambiências únicas, onde a cultura, o lazer, o desporto e a vivência quotidiana se fundem harmoniosamente.
Nos seus 12 hectares de verde e fresco, o Parque dos Poetas é atravessado pela “Alameda dos Poetas”, percurso principal em que assenta a concepção geral do espaço. A Alameda é ladeada por “ilhas”, pequenos jardins temáticos que acolhem estátuas de poetas, Florbela
Espanca, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner e muitos outros, escolhidos por serem representativos da poesia de expressão portuguesa de diferentes épocas. O chilrear dos pássaros e os efeitos de água provocados pelos diferentes repuxos da Fonte Cibernética são por si só um convite a acompanhar-nos nesta visita.


27 de Julho – 10h – O Estádio Nacional – um percurso pelo património do desporto– Orientação Técnica por Alexandra Fernandes

No vale do Jamor foi projectado e construído um Centro Desportivo, cuja primeira edificação foi o Estádio Nacional, hoje classificado como um paradigma da arquitectura do desporto.
Localizado nas proximidades de Lisboa, de acesso fácil e num amplo recinto virado ao Tejo, factores decisivos para a sua construção, fez parte de um vasto conjunto de obras que pretendiam fortalecer a afirmação de Portugal e em especial de Lisboa, a capital do Império, na década de 40 do século XX.
Uma caminhada pelo parque do Jamor permitirá desvendar as principais etapas construtivas deste complexo vocacionado para o desporto e o lazer.


31 de Agosto – 10h – O Património Industrial da Fábrica da Pólvora de Barcarena – Orientação Técnica por Lisete Carrondo

A Fábrica da Pólvora de Barcarena, hoje transformada num espaço museológico de elevado interesse histórico-cultural, através da recuperação de numerosos edifícios e equipamentos que testemunham as etapas do fabrico da pólvora, constitui um importante testemunho da arqueologia industrial.
De acordo com provas documentais, a Fábrica da Pólvora de Barcarena nasce no século XVII, com a construção, por Leonardo Turriano, de um dos seus edifícios mais emblemáticos, a chamada Casa dos Engenhos. Foi ao longo dos séculos, sofrendo acréscimos e transformações, próprios da evolução dos tempos e da maior ou menor necessidade de pólvora que se fazia sentir.
Pelo seu percurso museológico perceberemos como por um lado, a dimensão do espaço, a localização dos edifícios e máquinas, são elementos importantes para o estudo das transformações e inovações tecnológicas. Por outro, como este antigo complexo industrial foi, durante séculos, um pólo aglutinador da população trabalhadora de Barcarena e localidades limítrofes.


28 de Setembro – 10h – Um percurso entre Algés e Dafundo – Orientação Técnica por Célia Florêncio

O outrora Lugar de Praias referia-se à zona ribeirinha da Cruz-Quebrada, Dafundo e Algés que, a partir do início do século
XIX, tornara-se o destino predilecto de veraneio dos lisboetas: primeiro da aristocracia, seguidos da burguesia. Esta temporada de férias ou a ida a banhos, fruto de uma nova mentalidade e de novos hábitos de higiene e saúde, conduziu à ocupação da faixa litoral e à sua transformação - surgem as casas de praia, com características muito próprias, que constituem o motivo de descoberta deste percurso pela arquitectura de veraneio entre Algés e o Dafundo.

 

26 de Outubro – 10h – Carnaxide – Um passeio de descoberta pelo centro histórico da vila – Orientação Técnica por Filomena Serrão

A antiga povoação de Carnaxide assente na encosta da serra do mesmo nome, cresceu e desenvolveu-se em redor da vetusta Igreja de S. Romão. Durante séculos a exploração agrícola constituiu a principal riqueza da região. Afirmou-se, também, como lugar de lazer da nobreza e da burguesia, que sobretudo a partir do século XIX, ali construíram sugestivas casas apalaçadas e quintas de recreio.
A beleza do lugar foi fonte de inspiração de grandes escritores e poetas, tais como Almeida Garrett e Tomás Ribeiro.
Um percurso de descoberta pelo património arquitectónico e imaterial de Carnaxide que nos transporta aos quarteirões de casas saloias setecentistas, onde os seus moradores mantêm fortes relações de vizinhança, ao chafariz pombalino, até aos cosmopolitas chalets e palacetes do século XIX.
Da Igreja de S. Romão até à rotunda da Quinta do Morval é a proposta desta caminhada pelo centro histórico de Carnaxide.

 

30 de Novembro – 10h – Bairro Residencial de Nova Oeiras – um percurso pelo Modernismo Português – Orientação Técnica por Filipa Thedim

Em terrenos que em tempos pertenceram à Quinta do Marquês de Pombal, assenta actualmente um dos planos representativos do Movimento Moderno em Portugal.
Inserido numa zona de expansão do Plano de Urbanização da Costa do Sol para o aglomerado urbano de Oeiras, o Plano de Urbanização de Nova Oeiras desenvolveu-se entre as décadas de 50 e 60 do Século XX, sob autoria do Arq. Luís Cristino da Silva, com a colaboração de Pedro Falcão e Cunha e dos paisagistas Edgar Sampaio e Gonçalo Ribeiro Telles, reflectindo as concepções de Le Corbusier e definidas na Carta de Atenas (1933), para as “cidades-jardim”, onde os blocos habitacionais são envolvidos por uma densa estrutura verde.
Venha acompanhar-nos num percurso por um espaço único, moderno, planeado mas muito natural.

Próximas visitas:

28 de Dezembro – 10h – O Casal da Manteiga – a adega do vinho de Carcavelos – Orientação Técnica por Catarina Miranda

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Informações/Inscrições:

Organização: DMDSC/Divisão de Património Histórico e Museológico

Contactos:
Telf - 21 4404851
E-mail - dphm@cm-oeiras.pt
Morada - Rua do Aqueduto (Junto ao edificio da CMO)

Inscrição prévia obrigatória até às 16h da véspera

Mínimo 10, máximo 25 participantes



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