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quinta-feira, 17 de Maio
Venha divertir-se connosco. Criámos uma Oeiras cheia de sugestões nas mais variadas áreas e para os mais variados gostos. Desde a música, às exposiçoes, ao desporto, às conferências, ao teatro, à dança, aos festivais, não há desculpa para não participar nas actividades que preparámos para si.
Ao longo do ano, as sugestões são variadas e decorrem nos mais variados sítios. Ao divertir-se, descobre Oeiras e ao descobrir Oeiras, aumenta a sua relação com este município.
Eis algumas sugestões que não pode perder:
O Porto de Recreio é um dos marcos do concelho de Oeiras. Este abrigo oferece as condições necessárias aos que nele ancoram e aos que o procuram para lazer, transformando-o num lugar dinâmico e cheio de vida. A par dos serviços às embarcações, esta infraestrutura engloba uma área comercial, onde prevalece a restauração transformando-o num espaço de pura fruição do lazer e ócio.Integrada no mesmo complexo de lazer que o Porto de Recreio está a Piscina Oceânica, que convida quem passa a desfrutar, com qualidade, da época balnear. Desta piscina de água salgada avista-se o mar, ali mesmo em frente. Um paraíso para o milhar e meio de banhistas que a visitam diariamente.Ainda nesta zona do litoral oeirense, os caminhantes podem usufruir de um Passeio Marítimo que já se estende até à praia de Paço de Arcos, desfrutando do clima local, aprazível ao longo de todo o ano. A história das gentes deste concelho é contada em inúmeros marcos históricos nas dez freguesias que constituem o concelho de Oeiras.
No centro da vila de Oeiras, encontramos o Palácio e os Jardins do Marquês de Pombal (Conde de Oeiras). A construção desta quinta de recreio da família Pombal teve lugar na segunda metade do século XVIII e é um projecto de Carlos Mardel, arquitecto húngaro que teve um papel privilegiado na reconstrução pombalina de Lisboa, após o terramoto de 1755. O interior do palácio apresenta um dos melhores conjuntos decorativos do período pombalino, em especial de estuques e azulejos. Os jardins são representativos da arte do paisagismo em Portugal, apresentando uma concepção do século XVIII europeu, mas mantendo-se, no entanto, fiel a uma tradição portuguesa que produziu a partir do século XVI as Quintas de Regalo.Também a não perder é o Parque dos Poetas, em Oeiras, que, muito mais que um jardim, é um verdadeiro museu ao ar livre, de arte escultórica, onde espaços de lazer e de prática desportiva se associam à componente cultural, sem esquecer a componente infantil que, também aqui, encontra referência num parque infantil. Trata-se de um marco da Área Metropolitana de Lisboa, mas também uma referência a nível nacional. Em Barcarena sugere-se uma visita à Fábrica da Pólvora, que constitui uma importante peça da arqueologia industrial de grande interesse histórico-cultural. Trata-se de uma unidade fabril cujas origens são remetidas para o século XV, quando D. Manuel instalou junto à ribeira local engenhos de pilões para o fabrico de pólvora. Hoje este espaço, que foi a maior recuperação patrimonial realizada por uma autarquia portuguesa, transformou-se num local onde vale a pena 'perder-se' nos cantos e recantos da fábrica, visitar o Museu da Pólvora Negra ou, pura e simplesmente, ficar por ali a usufrir da excelente estrutura verde.Os apreciadores de arte portuguesa da segunda metade do século XX encontram em Algés, no recuperado Palácio Anjos, o Centro Cultural – Colecção Manuel de Brito, um pólo de referência no âmbito do circuito cultural nacional. Aqui, o espólio de Manuel de Brito, que se traduz na maior colecção contemporânea de artistas portugueses, mostra-se ao público em colecções temáticas e rotativas ao longo do ano.
Ainda para todos os que apreciam a cultura na sua estreita relação com a arte existe em pleno centro da Vila de Oeiras um novo espaço dinamizador, o Palácio do Egipto. Inaugurado em Junho de 2009 após a sua reabilitação, abriu portas com uma colecção de Dali e vão suceder-se outras exposiçoes de grande interesse cultural. Quem visita Oeiras não pode deixar de experimentar o famoso Vinho de Carcavelos, de renome internacional e de tradição secular, com qualidades reconhecidas e confirmadas, em 18 de Setembro de 1908, por carta de lei. Trata-se de um vinho generoso, bem marcado pelas características naturais da região. E já agora, não se esqueça de provar as famosas queijadas de Oeiras, um doce à base de castanha que faz as delícias dos mais gulosos.Eis algumas sugestões daquilo que não pode perder, mas não se esqueça de se aventurar por outros espaços e cantos destes 46 km2 de cultura e diversão que Oeiras possui.
Para descobrir mais, consulte as duas grandes áreas do Oeiras Diverte: Cultura e Desporto.
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